Nem tudo é um mar de rosas!!!

•10 Novembro 2009 • 1 Comentário

Hoje, gostaria de deixar registrado neste meu mundinho digital algumas palavras de meu amigo de vida e de ofício clownesco AM. Ele descreveu em seu blog (www.blackpalhacotrovador.arteblog.com) a noite de um ensaio, acho que foi do dia 14 de outubro, em que tudo parecia errado para ele. Na verdade, foi  a noite dele ser puxado pelo diretor com relação a interpretação de seu personagem La Flèche. Ele não estava dando as intonações do texto e nem as nuances da cena. Não é uma cena nem palavras muito fáceis, apesar de já terem sido adaptados por nós, ou melhor, mais pelo nosso diretor. Senti que ele ficou meio atordoado, até o achei tristinho. Sei que processo é isso, nem sempre estamos caminhando bem, tem dia que não estamos legais, e o ensaio fica todo “torto”.  Não estou dizendo com este meu relato que nosso diretor não devia chamar a atenção dele, afinal de contas ele É DIRETOR, é a função dele. Estou relatando isso porquê fiquei preocupado com meu amigo, pois sei que ele é muito bom, porém ele poderia ficar travado após esse ensaio. Eis as palavras dele:

14 de Outubro de 2009

de: Aurora Suani

para: Black A.M

“Amigo senti que você ficou meio tristinho pelas colocações do Marton. Relaxa, pois o que tá faltando é você gostar do personagem ou melhor se sentir a vontade com ele. Fique bem. Beijos.”

Mensagem enviada  via celular nesta noite depois de um ensaio intenso do “O avarento” Palhaços Trovdores. Minha resposta: “Obrigado! Mas não fiquei tristinho, pelo contrário, fiquei feliz em saber como tá meu processo com o personagem. É díficil, mas o caminho é esse que nosso querídissimo diretor colocou. Agora só fazer o que foi colocado. Beijo.”

“Esta foi um mensagem que eu recebi da Suani, quando ela percebeu minha mudança depois da colocação do diretor dos Palhaços sobre o meu texto em cena. Foram essas palavras ditas: “Podre, ruim, rídiculo, uma bosta…” Confesso que fiquei triste com essas palavras, mas nada que me fissese ficar pra baixo, fiquei ouvindo de como ele me dizia tudo isso com um gosto, que era estranho pra mim, na verdade era esse gosto que eu tinha que colocar no texto, dár mais sentidos para as palavras…No final de tudo, algumas lágrimas saíram correndo, uma música para ajudar as lágrimas correrem mais rápido então, ler, reeler, decorar, colocar a rolha na boca, caneta, se movimentar, falar alto em vários tons, sair doque é ler, ler, ler e ler. Ficar até altas horas, foi um suor de ator atoa.”

Galera isso é um pedaço do meu diário “HUMANO, DIVIRTA-SE!”, que eu tirei para deixar aqui no blog Black, acho que deve ser de suma importância para o processo postar um pouco de mim nesta página.

PRECISO DE COMENTÁRIOS SOBRE MEU PERSONAGEM, PALHAÇO E ATOR! COMENTEM, CRÍTIQUE!

Desenhos: figurinos dos personagens-por Aníbal Pacha

•25 Outubro 2009 • 2 Comentários

Mestre Simão D. Cláudia 2 Valério 2 Merluche 2 Mariana 2 La Fleche 2 Joaquin 2 Harpagon 2 Frosina 2 Elisa Comissário Brindavone  Cleanto Anselmo

Nariz, caras e bocas de meu Mestre Simão

•16 Outubro 2009 • 2 Comentários

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Elisa, Valério e bonecos

•16 Outubro 2009 • Deixe um comentário

Seguimos bravamente com nossa montagem, dias mais outros dias menos, mas seguimos…

Agora, gostaria de falar um pouco sobre a primeira cena do Ato I. Nosso diretor sempre comentava que queria mudá-la mesmo, fugir do que, a princípio, o texto nos fazia pensar enquanto cena. A proposta foi trabalhar com bonecos. Confesso que no início estranhei, não conseguia visualizar a cena. Contudo, após experimentos, a cena foi concebida e ficou muito graciosa. O casal de namorados, Elisa e Valério, entram, sentam e começam a manipular os bonecos, cantando a canção “Pirulito que bate-bate”. Vcs conhecem, né?

Pirulito que bate-bate

Pirulito que já bateu

Quem gosta de mim é ela

Quem gosta dela sou.

Outros elementos foram incorporados, como a canção “Eu morava no mar, sereia” (gente, não sei se é este mesmo o título, mas é assim que ela inicia), assim como trovas de nosso espetáculo “Amor Palhaço”.

Aí, eles falam alguns diálogos do texto de Molière, mas poucos.

Uma coisa para eles se atentarem foi acordada por Aníbal (do InBust e nosso figurinista e cenógrafo): eles não devem colocar muito sentimento em suas relações com os bonecos, pois o que ele observou do ensaio de ontem, foi que os bonecos só aparecem nessa cena. Então qual seria o sentido para tal apego?Ou eles ficam mais neutros ou encontram soluções para que os bonecos fiquem em cena, quer dizer, apareçam junto com outros elementos. Por exemplo: eles poderiam ficar sentados em algum banco. Mas Joyce explicou que eles estarão em uma caixa.

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A praça e eu: minhas percepções dos ensaios

•2 Outubro 2009 • Deixe um comentário

Como já informei no post anterior, começamos a ensaiar em espaço público. Local escolhido foi a Pça. da República. Todas as terças e quintas, das 20h às 22h30. Assistam!!!

Ao longo de nosso processo, nosso diretor nos fez algumas perguntas e a última foi sobre o que estavámos achando, sentindo dos ensaios na pça. Eis a minha resposta:

Ensaiar na praça e com a presença de algumas pessoas, acredito eu, já era para ter acontecido há um certo tempo. Mas, ao mesmo tempo que digo isso, vejo que o espetáculo está, realmente, ganhando forma agora. Então, tudo bem!!!

Eu, desde do início, gostei da ideia de ter um público nos vendo. Isso nos desnudaria e mostraria, como relatou Andre(i)a, nossas fraquezas. Mas até que ponto esse “mostrar” me incomoda? Bem, é um tanto engraçado, mas não me vejo muito embaraçada ou receosa com aquelas, poucas, mais preciosas pessoas me vendo. Parece, e isso me vem agora, ainda meio obscuro, que estou, mesmo dentro da esfera de um momento de criação, de um ensaio de um espetáculo em construção, me “apresentando”.  Sinto-me um pouco assim, mesmo dentro de descobertas. Será então que eu não estou ficando livre para outras descobertas? Não, acho que esta minha postura, como se tivesse me apresentando, não interfere de forma negativa em meu processo. Assim como Andre(i)a, esta relação/interação com as pessoas nos ajudam a tentar perceber a temperatura para agirmos, para criarmos.

Também concordo com Rosana, por vezes fico receosa com a insegurança; me assustei com aquela”troupe” de adolescentes. Contudo, o que foi bastante significativo ao meu ver, foi o fato deles terem ficado para ver o que estava acontecendo alí, naquela praça, com aqueles “malucos” de narizes vermelhos de palhaço. Eles prestaram atenção e ficaram curiosos. YOUPIE!!!!Aí está o presente, para eles e para nós.

Acho que vou me incomodar ou irá me incomodar se, um dia, não tiver ninguém para nos ver ensaiando. Rsrsrsrsrsrsrsrs.

Mas também sinto que ainda falta a participação mais efetiva deles em nossa criação e nossa atenção para acolhermos, de fato, as propostas deles. Por exemplo: Luz, aquela amiga nossa, que estava na pça. com sua cachorrinha (ou era um cachorrinho?)  nos propôs uma movimentação nos bancos, na cena em que Cleanto, Elisa, Mariana e Frosina pensam em como desatar os nós dos casamentos. Ela, Luz, propôs que os atores, como posso dizer, andassem por entre os bancos, num zig-zag. No último ensaio,  esssa proposta não foi realizada. Eu nem lembrei na hora. Então acho que devemos ter atenção para isso. Vou até começar a anotar tudo que for colocado pelo público para não esquecer.

Bem, era isso que tinha que descrever de minha experiência.

“A praça é nossa” por Marton Maués, nosso diretor

•28 Setembro 2009 • Deixe um comentário

 

Dia 15 de setembro de 2009

É isso msmo, estamos na praça! depois de muita leitura, alguns exercícios físicos e vocais, e um trabalho prazerosod e improvisação, resolvemos chegar mais perto do poúblico com o nosso processo. na última terça-feira, 15 de setembro, depois de uma forte chuva, chegamos ao anfiteatro da pç. da República com nosso banquinhos velhos. Duas atrizes não foram, por estarem adoentadas. pena. e, ao chegarmos, notamos que o anfiteatro estava tomado de gente: lá estava acontecendo uma reunião de torcida organizada. uau! conversei com eles, mas eles já estavam terminando a reunião, disseram-me. Começamos o ensaio, alguns poucos amigos estavam na platéia e duas vizinhas da minha ruam a frei gil, tb estavam lá.

gostei muito do nosso começo. pode não ter parecido promissor, mas para mim foi. Depis de mais de dez anosd e atividades, esta foi a primeira vez que nos desnudamos em público (pequeno, é certo). Nunca tínhamos realizado um ensaio tão aberto!

Com certa dificuldade, devido a pouca luz, o ensaio correu bem. propus coisas novas ao atores, como uma voz diferente para o Harpagão, feito pelo Marcelo Villela/Tchelo. Sugeri que ele falasse como se tivesse a boca cheia de farinha (hahahaha). Não foi fácil, mas o que eu qiueria era isso, não deixá-lo confortável.

Os risos na platéia indicavam que os caminhávamos no rumo certo ou pelo menos o mais próximo do acerto. Andamos bem com o texto, chegamos até ao final da cena de Harpagon e Frosina. Os dois atores-palhaços demonstraram boa afinidade, o que me foi confortador, deu-me a certeza de que aquele bate-bola mais tarde resultará em muitos gols.

Uma outra coisa bacana foi o trabalho da Suani/Aurora fazendo a Elisa, filha de Harpagon. É um outro tom, diferente do imprimido pela Joyce/Baru, mas que cabe, funciona tanto quanto no espetáculo. Terei duas Elisas? Que bom! Um dia uma, outro dia outra.

É sempre muito bom ter essa possibilidade de coringagem.

Bom, hoje teremos nosso segundo encontro público na praça! Que seja pleno!

Dia 17 de setembro de 2009

 Quinta-feira, 17 de setembro, foi nosso segundo dia na praça da República (a Res Publica). Resolvemos não ensaiar no anfiteatro, pois está muito escuro. Ficamos naquele corredor grande que liga o anfiteatro ao monumento central da praça.

E foi muito bom. estávamos mais soltos, seguros do que da primeira vez. O ensaio foi muito bom, correu solto, alegre. Criativo. Pegamos de onde tínhamos parado, a partir da cena da Frosina com o Harpagon (Rosana e Marcelo Villela). Muitas idéias pintaram e o público, ainda pequeno, estava superligado, rindo de tudo. 

Estavam por lá uns alunos da Alessandra, que conversaram conosco ao final, bem interessados no processo. Amigos também apareceram por lá e pessoas que passavam, paravam, ficavam um pouco e íam embora.

Luz Consuelo, que mora ali por perto e sempre acompanha nosso trabalho, junto com o capanheiro e amigão Clélio Palheta (Palhetão), foi passear com sua chachorrinha basset e parou para nos ver um pouco. Ficou até o final e conversou tb conosco.

chegamos quase à cena final. O que ficou marcado foi ótimo. Principalmente a cena quem que o Harpagon (Villela) disputa um banquinho com Valério (Vinícius). Durante a construção da cena o público se divertiu. Foi o nosso feed-back, a indicação de que o caminho estava certo.

No bate papo final, disseram já ter visto trabalhos nossos e identificaram elemntos já vistos no novo processo. Bingo!

Saí do ensaio muito feliz, pois comecei a visualizar as possibilidades de marcações de cenas, adaptando o texto, que é bem engraçado, ao jogo do palhaço, que é corporal. A cena citada, a disputa do banquinho, acima é um exemplo disso. Em seguida, depois que Harpagon sai, ficando Valério e Joaquim (Andréia) somente, o abnqinho ainda foi usado por Joaquim como escudo. Demais. O uso do único elemento cênico, os banquinhos velhos de feira, dando riqueza ao trabalho.

bom, no dia seguinte, tive uma conversa com nosso figurinista e cenógrafo, Aníbal Pacha, que chegara de viagem pelo interior. Coloquei-o a par de tudo que estávamos fazendo e pensando sobre o espetáculo. Ele me contou que assistira a apreentação de um circo, na cidade em que estava, falando-me da influência pesada do Cirque de Soleil (até a música aAlegria eles usam). Disse a ele que não tem saída, é a atual grande referência do circo hoje. Mas uma coisa legal do nosso papo foi que falei a ele da idéia de utilizarmos apenas os bancos e um varal, com roupas comuns ao fundo, comos e fosse o aldo de fora do circo, o lado da vida comum dos artistas. E ele me disse que o circo que vira, como era uma apresentação de dia, deixou-o ver exatamente isso, o lado de fora com a roupa dos artistas pegando sol, as pessoas com seus afazeres domésticos… Que beleza!

Ficou fechado então: cenário somente com bancos usados (estamos comprando e/ou trocando em feiras e biroscas da vida), um varal e o tapete de lona pintada que utilizamos n’O Hipocondríaco, nosso espetáculo anterior, adaptado também de um texto de Molière, O Doente Imaginário.

terça-feira tem mais! Évoé!

 

Disponível em: http://unha-de-fome.spaceblog.com.brVisitem o blog!!!

 

 

 

Mestre Simão

•23 Setembro 2009 • 1 Comentário

Meu personagem, textualmente falando, não tem grande expressividade. Não é o personagem que desencadeia, realmente, os conflitos da peça. Suas falas são poucas, quase cinco diálogos. Por isso, no início, fiquei meio perdida em como construí-lo com base em poucas informações que pudessem indicar sua personalidade. A única referência é que ele é o corretor que está conduzindo a negociação de empréstimo de dinheiro entre Harpagon e Cleanto. E que ele não sabe que eles são pai e filho.

Em um primeiro momento, sem pensar que ele seria de tal jeito, peguei as roupas do Feijão. do Palhaço dele. Como era pra ser roupa larga, achei que poderia ficar engraçado. Usei o nariz dele também. Coloquei um óculos de médico, do O hipocondríaco. Alessandra me disse que minha roupa poderia ser dentro daquela proposta, pois ficou engraçado a calça larga, mostrando uma certa finura de minhas pernas.

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Bem, mas o que poderia ser monótono, teve uma reviravolta. Marton propôs uma experimentação, onde meu personagem e o do AM (La Flèche) levassem uns bons sopapos dos personagens Harpagon e Cleanto (a cena é uma briga entre Harpagon e Cleanto quando eles descobrem que um seria o emprestador e o outro que emprestaria o dinheiro). Pensa o que eu achei? Maravilhoso!!!Gente, me lembrou, e de certa forma faz referência, as entradas, o jogo entre os palhaços do circo. Um jogo bem clownesco mesmo, onde um bate no outro, porque está com raiva do terceiro…. Já pensei com Am de fazermos, se conseguirmos, umas acrobacias, um salta leão…Quem sabe!!rsrsrrsrsrsrsrsrrsrsrs.

Foi muito bom esta descoberta, uma nova roupagem para uma cena, que em um primeiro momento, estava chata, só informativa, pois não tinha uma ação.

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Ensaio mais focalizado

•23 Setembro 2009 • Deixe um comentário

Passada a fase dos cortes e adaptações que, na realidade, continuam ao longo do processo, dos “pitecos” aceitos e não aceitos pelo nosso diretor, pois ainda, eu pelo menos vejo assim, é forte a centralização em sua figura, pela própria dinâmica que o grupo sempre teve, passamos a trabalhar com o foco mais direcionado na montagem do espetáculo. Para tal, algumas decisões foram tomadas:

1.O visual lembrará uma fotografia antiga, na cor sépia;

2.O mínimo de elemento cenográfico será utilizado. Nosso diretor sugeriu que trabalhássemos com bancos, estes velhos, usados, com um ar de desgaste provocado pelo tempo;

3. Ele também nos indicou a passarmos a ensaiar com roupas velhas, compradas em brechós ou doadas por amigos, familiares. Ele nos informou que nosso figurinista, o querido Aníbal Pacha (que trabalhou conosco em O hipocondríaco) sugeriu que essas roupas fossem bem largas, com possibilidades de amarrações. Lá vem experimentação!!!!!

4. Como estávamos preocupados, pois ainda os rôles dos personagens não estavam definidos por atores, tomamos a decisão de definir a distribuição. Ela ficou assim:

Harpagon: Marcelo Villela (Tchelo)

Cleanto: Adriano Furtado (Geninho)

Elisa: Joyce Baruel (Baru)

Valério: Marcos Vinícius (Presuntinho)

Mariana: Alessandra Nogueira (Neguinha)

Anselmo: Sonia Alão (Pirulita)

Frosina: Rosana Darwich (Bromélia)

Simão: Suani Corrêa (Aurora)

Joaquim: Andréia Flores (Bilazinha)

La Flèche: Antonio Marco (Black)

D. Claudia: Marton Maués (Tilinho)

Brindavoine e Comissário: Isac Oliveira (Xuxo)

Merluche: Patrícia Pinheiro (Tininha)

O Escrevente que tem na peça, não exerce nenhuma funcão conflitante ou que poderia se tornar conflitante, por isso seu corte de nossa adaptação.

No mais, o processo continua.

Cortes e adaptações do texto

•23 Setembro 2009 • Deixe um comentário

Ainda nessa correria para atualizar meus passos do processo criativo, é necessário dizer que passamos pelas fases de cortes e adaptações do texto. Começamos, na Casa da Linguagem, a ler o texto, por cena, e tirar o que considerávamos mais importante em termos de cena. Todo mundo junto.Ficou acertado, em um primeiro momento, que Marcelo Villela e eu, ficaríamos responsáveis pela “cara” final do texto, dramaturgicamente falando. Eu fiquei empolgada, pois tratar o texto é o que quero me aprofundar.

Entre esta terça e a quarta, Isac adiantou bastante o serviço. Ele fez os devidos cortes, do Primeiro ao Terceiro Atos. É legal comentar que ele nso enviou tudo o que tinha feito, sendo que, no texto, os devidos cortes estavam marcados pela cor vermelha. Sinal que ele quis compartilhar a decisão final. Olha o coletivo aí!

No segundo encontro, destinado para esta prática, ocorrido na casa de Marton, houve mudança, na realização da tarefa. Nós nos divididos em grupo, para que fosse mais rápido. Então, cada grupo leu, discutiu e decidiu o que deveria ser cortado. Meu grupo foi composto por Rosana, AM, Adriano e eu. Depois Sônia se juntou a nós e aos outros grupos também. Mas diferente do que o Isac fez, nós cortamos direto, aproveitando o fato que Adriano estava com o texto em seu notbook.

Bem, a adaptação ficou mais para nosso diretor realizar do que nas mãos do Villela e da minha.

Mas este exercício de trato com o texto é importante para que nós o apreendêssemos cada vez mais.

 

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Mais vídeos

•15 Setembro 2009 • Deixe um comentário